Agosto 2013 - Aldeia Encantada

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Agosto 2013

Dicas

Limite, um bem necessário

Colocar limites nos filhos não é uma tarefa fácil. Os pais utilizam-se de várias táticas para conseguir chegar ao esperado.
Com certeza, impor limites é muito importante e faz parte da educação para o desenvolvimento saudável da criança.
Quando pensamos em limites devemos ter em mente que a criança quando faz algo errado, ela não tem a intenção de fazê-lo para irritar o adulto e sim por impulso para satisfazer o seu desejo; sendo assim,muitas vezes ela não entende o porquê da bronca ou do castigo.
A hora de educar um filho é um momento para a aprendizagem, portanto a motivação que os pais devem ter é de orientar a criança a não xingar e gritar.
O diálogo entre pais e filhos é a melhor forma de educar. Por mais que a criança chore e queira continuar fazendo ou tendo o seu desejo atendido, com tempo e paciência ela entenderá que o limite também é uma forma de amor.
O que os pais devem saber é que os filhos irão errar, pois estão numa fase de descobertas, desejos e aprendizagem, porém o limite é indispensável.Explicar o que se quer e não deixar a criança dona da situação faz parte da tarefa dos pais, que mais tarde irão descobrir o bem que fizeram, é assim que ela irá formar seus conceitos de vida e entender o respeito e a moral, que tanta falta está fazendo para os nossos jovens de hoje.
Quando se explica algo para a criança, não é necessário ficar repetindo várias vezes ou falando demais, o ideal é falar, dar o limite e deixar um tempo para que ela possa assimilar as informações dadas. É claro que devemos respeitar a faixa etária de cada criança e sua capacidade para assimilar conceitos.
Quando se coloca um limite para a criança, os pais devem mostrar ao filho que não aprovam o que ele fez e que estão descontentes e não gostam do seu comportamento, mas gostam dele.
DICA: Nunca esqueça de elogiar a criança quando ela estiver fazendo algo certo, atendendo aos seus pedidos. O elogio é a forma de recompensar o que foi aprendido e é necessário para que a criança continue a repeti-lo.


Jamila Dutra Nascimento
Psicóloga


 
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